Uma lenda muito antiga revela a origem do judô. Ela conta a história de um velho médico japonês chamado SHIBOREO AKYAMA, que durante os tempos de inverno, de neve, meditava admirando a natureza. Ele observou que os grossos galhos dos carvalhos (árvore) quebravam-se sob a ação e o peso da neve acumulada, e que os galhos mais finos e flexíveis, dos salgueiros (árvore), envergavam para descarregar o fardo e voltavam a posição primitiva.

 

          O velho médico compreendeu que contra a força tem-se que reagir com flexibilidade. E assim nasceu um dos princípios fundamentais do judô: “CEDER PARA VENCER”.

Histórico

          No Japão do século XVI desenvolveu-se uma arte chamada ju-jitsu. Arte essa usada pelos guerreiros japoneses chamados Samurais. Esses guerreiros tinham um código de honra chamado BUSHIDO (caminho do guerreiro) que não os permitia possuir qualquer vantagem sobre um inimigo. Se um guerreiro estivesse portando uma espada contra um inimigo desarmado, esse guerreiro deveria deixar a arma de lado e partir para o combate corpo a corpo.

          Por isso, os Samurais desenvolveram a arte do ju-jitsu. Naquela época, então, as artes marciais eram usadas para guerra.
O tempo passou e o Japão modernizou-se, a cultura ocidental passou a ser muito cortejada pelos japoneses. E tudo aquilo que era considerado tradicional passou a ser relegado. Começando assim um processo de extinção dos Samurais, e de tudo que lembrava o Japão das guerras, inclusive o ju-jitsu. Não havia mais o interesse em praticar a arte.
         

Quando a “febre ocidental” amenizou-se, houve um certo incentivo para que se resgatasse a prática do ju-jitsu, como forma de propagar os costumes e hábitos japoneses. Mas nem professores e muitos menos os alunos, sabiam como praticá-lo, por falta de uma metodologia e uma didática. Todo conhecimento era baseado na habilidade, na superioridade física e no empirismo. Não havia uma filosofia definida. Então o que se ensinava, também às crianças, era mera violência. Como a dificuldade em ensinar e aprender era enorme, houve um grande desinteresse pela arte.

          Por isso, os Samurais desenvolveram a arte do ju-jitsu. Naquela época, então, as artes marciais eram usadas para guerra.
O tempo passou e o Japão modernizou-se, a cultura ocidental passou a ser muito cortejada pelos japoneses. E tudo aquilo que era considerado tradicional passou a ser relegado. Começando assim um processo de extinção dos Samurais, e de tudo que lembrava o Japão das guerras, inclusive o ju-jitsu. Não havia mais o interesse em praticar a arte.
         

Quando a “febre ocidental” amenizou-se, houve um certo incentivo para que se resgatasse a prática do ju-jitsu, como forma de propagar os costumes e hábitos japoneses. Mas nem professores e muitos menos os alunos, sabiam como praticá-lo, por falta de uma metodologia e uma didática. Todo conhecimento era baseado na habilidade, na superioridade física e no empirismo. Não havia uma filosofia definida. Então o que se ensinava, também às crianças, era mera violência. Como a dificuldade em ensinar e aprender era enorme, houve um grande desinteresse pela arte.

          Nessa época um jovem estudante de físico franzino, desenvolvia-se na arte do ju-jitsu e com o tempo tornara-se um grande lutador, seu nome era Jigoro Kano.

 

          Formado em Letras pela Universidade Imperial, e um ardo defensor da educação, percebeu que não poderia deixar o ju-jitsu desaparecer, pois era parte da cultura japonesa, mas sabia também que como estava, não poderia continuar.

 

          Então com toda a sua sabedoria ele passou a estudar o ju-jitsu com bases científicas. Deu-lhe um embasamento pedagógico e um objetivo educacional. Retirou as técnicas perigosas, colocou uma didática, resgatou a disciplina japonesa, metodizou essa arte e passou a ensiná-la. Da expressão ju-jitsu (arte suave), ele conservou o ju e retirou o termo jitsu, e substituiu-o pelo termo do, dando o nome da nova arte por ele desenvolvida de JUDÔ, que significa “caminho suave” ou “caminho da suavidade”.

          O judô torna-se o ju-jitsu aplicado a vida moderna. Cuidando do físico e do caráter, formando atletas e principalmente cidadãos, procurando tornar esse praticante útil à sociedade.

          Por isso, os Samurais desenvolveram a arte do ju-jitsu. Naquela época, então, as artes marciais eram usadas para guerra.
O tempo passou e o Japão modernizou-se, a cultura ocidental passou a ser muito cortejada pelos japoneses. E tudo aquilo que era considerado tradicional passou a ser relegado. Começando assim um processo de extinção dos Samurais, e de tudo que lembrava o Japão das guerras, inclusive o ju-jitsu. Não havia mais o interesse em praticar a arte.
         

Quando a “febre ocidental” amenizou-se, houve um certo incentivo para que se resgatasse a prática do ju-jitsu, como forma de propagar os costumes e hábitos japoneses. Mas nem professores e muitos menos os alunos, sabiam como praticá-lo, por falta de uma metodologia e uma didática. Todo conhecimento era baseado na habilidade, na superioridade física e no empirismo. Não havia uma filosofia definida. Então o que se ensinava, também às crianças, era mera violência. Como a dificuldade em ensinar e aprender era enorme, houve um grande desinteresse pela arte.

          Assim em 1882 cria-se essa nova arte, com a abertura da primeira escola que se chamou e chama-se KODOKAN (“Escola para ensino do Caminho”).

 

          Com o tempo o judô conquista todo o Japão sendo incluído no currículo obrigatório das escolas, e como a arte principal dos órgãos de segurança do Japão. Mais do que uma luta o judô torna-se um esporte com regras e competições, que ao ser exportado para o mundo, trilha um caminho rumo a se tornar um esporte olímpico.

 

          Mestre Jigoro Kano torna-se o 1º oriental a fazer parte do Comitê Olímpico Internacional (COI), pois criou um novo esporte e foi considerado pai da Educação Física moderna no Japão. Falece em 1938, não podendo ver sua arte entrar no quadro dos esportes olímpicos, em 1964, nas Olimpíadas de Tóquio. Foi o primeiro esporte oriental a se tornar olímpico.

Seiryoku Zenyo 

Princípio da Máxima Eficácia do Corpo e do Espírito.

Seiryoku Zenyo 

Princípio da Máxima Eficácia do Corpo e do Espírito.

Jita Kyoei

Princípio da Prosperidade e Benefícios Mútuos.

Rua do Rosário, 886 - Centro

(anexo ao Clube Verde)

CEP 84010-190 - Ponta Grossa - PR

(42) 9.9805-3666

Flavio F. Rosa

(42) 9.9803-4125

Robson (Binho)

© 2017 por MIRAI DOJO - Ponta Grossa - PR